Salas da fúria e mulheres: extravasar a raiva ajuda mesmo?
Mulheres estão aderindo às “salas da fúria” para quebrar objetos e aliviar estresse. Entenda por que isso pode parecer libertador — e o que a psicologia alerta sobre raiva reprimida.
"Certamente, houve um momento de desconforto no início."Deena conta à BBC que sua primeira visita a uma "sala da fúria" foi muito diferente do que ela imaginava.Ela não teve sentimentos caóticos, nem ficou agressiva, destruindo coisas. Na verdade, ela ficou "surpreendentemente controlada e muito mais consciente"."Depois que me adaptei, vivenciei a experiência mais como uma liberação física do que como uma explosão emocional."Cada vez mais mulheres vêm pagando para destruir objetos antigos, como televisores, móveis e louças, protegidas com equipamento especial.Acredita-se que o conceito das "salas da fúria" tenha surgido no Japão, no final dos anos 2000. Mas uma mulher chamada Donna Alexander afirma ter criado uma dessas salas na sua garagem mais ou menos na mesma época, no Estado americ...